Sobre o consultório

Minha prática nasce do encontro
entre a subjetividade, a linguagem e a escuta.

Acredito que cada pessoa carrega uma história singular, marcada por experiências, afetos, desejos e modos próprios de estar no mundo. Muitas vezes, aquilo que nos causa sofrimento não se apresenta de forma clara, mas aparece em repetições, angústias, conflitos ou questionamentos que insistem em retornar.

Meu trabalho é oferecer um espaço de escuta e reflexão, onde seja possível olhar para essas experiências com mais profundidade, construindo novos sentidos para a própria história e para aquilo que atravessa a vida.

Sou psicólogo, graduado em Psicologia e Letras, com orientação psicanalítica. Minha formação interdisciplinar contribui para um olhar atento à singularidade de cada pessoa, valorizando a escuta, a linguagem e os processos de transformação que podem surgir ao longo de uma análise.

A abordagem

Um convite a olhar para si

e se (re)conhecer, no seu tempo...

A psicanálise é, antes de tudo, um convite ao encontro consigo mesmo.

Um espaço de escuta onde a palavra pode ganhar lugar e onde aquilo que se apresenta como sofrimento, angústia ou repetição pode ser compreendido de maneira mais profunda.

Como propôs Freud, o processo analítico nos convida a voltar o olhar para a própria história, para os desejos, afetos e sentidos que atravessam nossa experiência.

Mais do que buscar uma ideia de normalidade, a análise possibilita uma relação mais autêntica com aquilo que somos, desejamos e escolhemos para nós mesmos.

Ao longo da minha formação, tive a oportunidade de visitar o Freud Museum, em Londres, casa que abrigou Sigmund Freud em seus últimos anos de vida.

Estar em contato com esse espaço foi uma experiência inspiradora, fortalecendo meu compromisso com o estudo contínuo e com uma prática clínica orientada pela escuta da singularidade humana.

A escuta psicanalítica

Princípios da prática clínica

Singularidade

Ética e Sigilo

Escuta e Linguagem

Cada pessoa possui uma história única. Por isso, a escuta clínica não parte de respostas prontas, mas da compreensão daquilo que faz de cada trajetória algo singular.

O processo terapêutico acontece em um espaço de confiança, respeito e sigilo profissional, garantindo liberdade para que cada pessoa possa falar e ser escutada sem julgamentos.

A palavra ocupa um lugar central no processo analítico. É por meio dela que experiências, afetos, conflitos e desejos podem encontrar novos sentidos e possibilidades de elaboração.